Tragédia em Escola no Rio de Janeiro – Brasil
Publicado: 7 07UTC abril 07UTC 2011 em Sem categoriaTags:alunos, Atirador, Escola, massacre no rio, mortos, rio de janeiro, tragédia
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o prefeito da capital, Eduardo Paes, afirmaram que um policial militar foi responsável por imobilizar o atirador que matou dez crianças e deixou 30 feridos em uma escola no Realengo, na zona oeste.
“A tragédia poderia ser muito pior se não fosse a ação de um policial militar, um herói, que atingiu esse criminoso e evitou que ele continuasse esse massacre”, afirmou Paes durante coletiva à imprensa concedida após o incidente.
Segundo Cabral, o sargento Alves estava em uma operação a dois quarteirões do local do atentado, quando foi abordado por duas crianças que conseguiram fugir da escola. Ao chegar no prédio, o policial encontrou Wellington Menezes de Oliveira com a arma engatilhada para mais disparos no terceiro andar e atirou nas pernas do rapaz. Em seguida, Wllington se matou com um disparo contra sua cabeça.
O governador ainda confirmou que o atirador foi aluno da escola durante aproximadamente cinco anos, o que facilitou sua entrada na instituição. De acordo com Cabral, a professora da sala de leitura conversou com Wellington e o reconheceu. Ele solicitou seu histórico escolar, a educadora pediu um instante para atendê-lo e, em seguida, o rapaz já havia deixado a sala para realizar o massacre.
O atirador estava com duas armas e um cinturão com explosivos. Cabral disse que o armamento é profissional e será investigado.
Segundo o prefeito do Rio, não haverá aula na escola nesta sexta-feira. Paes descartou o fechamento da instituição, que existe há 40 anos, e garantiu que ela continuará aberta à comunidade. “A escola atende crianças com deficiência auditiva, busca estar mais aberta possível para a comunidade”, afirmou. “É um lugar feito para construir sonhos transformado num pesadelo, num inferno.”
Coragem para Renovação
Publicado: 19 19UTC março 19UTC 2011 em Sem categoriaTags:193, bombeiros, motivação, mundo, riqueza, Thiago Brancalhão, vida
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Os acontecimentos e mudanças que dinamizam nossa vida parecem que movem o mundo um pouco mais rápido. A Globalização faz com que tenhamos milhões de informações a cada instante e, muitas vezes, mal conseguimos absorver uma e logo aparece outra novidade, fazendo com que nos esqueçamos de cuidar daquilo que passou. É viver o presente. É o fazer sem pensar. É a rotina.
Aprendi na administração que temos que planejar. Outro dia desses, li que as empresas e os profissionais de sucesso dividem seu tempo da seguinte forma: 95% do tempo disponível fazendo e acontecendo e 5% planejando. Quando não estamos dentro desses números o insucesso é a conseqüência. Se dedicarmos um tempo muito maior planejando, ficamos lentos, sem agilidade, demoramos para fazer e atender as necessidades do dia-a-dia das partes interessadas (clientes, parceiros, acionistas, comunidade e sociedades como um todo) e, por outro lado, se planejamos pouco, ficamos naquele ritmo frenético realizando, mas sem a devida atenção e eficiência, então chegamos ao ponto da incompetência. Isso é muito comum na sociedade moderna, principalmente, na administração pública. Analise os exemplos mais próximos e verifique se não é isso que acontece. Estamos fechando o verão, com as águas de março, e logo todas as tragédias ambientais serão esquecidas e voltaremos a lembrar delas só depois na próxima, em Janeiro do ano que vem. Observe as últimas notícias importantes e veja que nem se sabe como ficaram as Cidades e os Habitantes da Região Serrana do Rio de Janeiro ou do ABC em São Paulo… Os assuntos mudaram de foco e lembramos mais da despedida do Ronaldo Fenômeno, da aprovação do salário mínimo e a vitória do Governo, naquele valor minimalista, nos campeonatos nacionais, na falta de infra-estrutura para receber os dois maiores eventos do planeta – Copa do Mundo de Futebol e Olimpíadas- a violência que parece aumentar a cada dia, mas nenhuma atitude é tomada, e por aí vai… Por isso essa luta incansável nos temas ambientais. Muitas vezes sendo Eco Chato, mas sempre com coerência, tentando mostrar aos líderes e gestores a real necessidade de pararmos para pensar e planejar um futuro que permita atender a geração presente sem comprometer as necessidades das gerações futuras, que é a definição clássica de sustentabilidade. Durante o terceiro Encontro de Agentes Públicos na Assembléia Legislativa de São Paulo, evento organizado pelo Instituto do Legislativo Paulista e apoio da UVESP – União de Vereadores do Estado de São Paulo, pudemos não só apontar os erros, mas, principalmente, propor soluções que mitiguem os impactos ambientais causados pela ação humana. Propostas e idéias foram colocadas em pauta para o público mais que certo, os nobres Vereadores, Prefeitos, Secretários Municipais, entre outros líderes e gestores que possuem a oportunidade e a possibilidade de melhorar a vida das pessoas. Conhecendo as muitas urgências e carências em várias frentes importantes, o fundamental é agir rapidamente, pois os custos da remediação são muito altos, às vezes, impagáveis, pois vidas são ceifadas e famílias inteiras estão em jogo. Num País onde se questionam muito os salários da classe política, mas ninguém se assusta com os valores dos artistas da bola, precisamos colocar os pingos nos is. Ouvi uma entrevista ao Datena, do admirado Dr. Marco Aurélio Cunha, são-paulino famoso e agora Vereador de São Paulo, que com muita coragem respondeu ao jornalista que comparava o salário mínimo recém aprovado com o dos vereadores, respondeu de forma firme, que era um valor muito pequeno ante a responsabilidade da classe política e emendou uma comparação com os salários dos jogadores profissionais. O apresentador ainda tentou reverter, mas contra fatos não há argumentos, pois Dr. Marco Aurélio ainda afirmou que era contra a quantidade de assessores e algumas mordomias, mas que os salários eram muito pequenos, como também ínfimos os valores destinados aos médicos Brasil afora, além de outros importantes profissionais. É disso que precisamos! Coragem, renovação e novas ações para colocar o Brasil no caminho certo. |
Terremoto e tsunami deixam 4.314 mortes confirmadas, novo balanço oficial
Publicado: 17 17UTC março 17UTC 2011 em Sem categoriaTags:193, ajuda, bombeiros, japão, morte, terremoto, Thiago Brancalhão, tsunami
Tóquio – O terramoto e o tsunami que devastaram o Japão deixaram 4.314 mortes confirmadas, 8.606 desaparecidos e 2.282 feridos, segundo um novo balanço oficial provisório estabelecido pela Polícia Nacional e divulgado nesta quarta-feira.
Ainda de acordo com o boletim policial, divulgado às 20h locais, 80 mil oficiais trabalhavam no resgate em áreas devastadas.
Segundo o governo japonês, mais de 26 mil pessoas foram resgatadas. O número de mortos, no entanto, vai ser inevitavelmente alto à medida que o resgate de corpos progredir.
“O número daqueles que morreram ou desapareceram pode exceder os 10 mil”, declarou o primeiro-ministro Naoto Kan.
Destaques das Diretrizes da American Heart Association 2010 para RCP
Publicado: 2 02UTC fevereiro 02UTC 2011 em Dicas de Prevenção, palestras, resgate, sipat, treinamentosTags:AED, aha, bls, bombeiros, cursos, DEA, nr33, Primeiros socorros, Thiago Brancalhão, treinamentos de primeiros socorros
Atenção a Todos, está em fase de mudança novos protocolos de atendimento em emergência envolvendo vitimas de PCR.
Esta publicação com os “Destaques das Diretrizes”resume os principais pontos de discussãoe alterações nas Diretrizes de 2010 daAmerican Heart Association (AHA) para RessuscitaçãoCardiopulmonar (RCP) e Atendimento Cardiovascular de Emergência (ACE). Ela foi desenvolvida para que osprofissionais que executam a ressuscitação e os instrutores da AHA possam se concentrar na ciência da ressuscitaçãoe nas recomendações das diretrizes mais importantes ou controversas ou que resultem em mudanças na prática ou no treinamento da ressuscitação. Além disso, explica o raciocínio adotado nas recomendações. Como esta publicação foi concebida como um resumo,ela não menciona os estudos de apoio publicados e não informa Classes de Recomendações ou Níveis de Evidência.Para obter informações e referências mais detalhadas, incentivam-se a leitura das Diretrizes da AHA 2010 para RCPe ACE, inclusive o Resumo Executivo1, publicado on-line na Circulation em outubro de 2010, e a consulta ao resumo detalhado da ciência da ressuscitação no Consenso CientíficoInternacional de 2010 sobre RCP e ACE, com recomendações de tratamento, publicado, simultaneamente, na Circulation2e na Resuscitation.
Para maiores informações e Treinamentos entre em contato
BRIGADA DE INCÊNDIO – PRIMEIROS SOCORROS – RESGATE EM ALTURA – ESPAÇO CONFINADO
Thiago Brancalhão 19 7811-9345 ID 99*4473 - thiagobrancalhao@hotmail.com
Compartilhe seus conhecimentos!
Publicado: 13 13UTC agosto 13UTC 2010 em Sem categoriaNa edição da revista Veja datada de 11 de agosto de 2010, encontrei uma matéria com o título “Quem que deixar de ser bilionário?”. A matéria conta a história de 40 bilionários americanos que doarão metade de sua fortuna para instituições de caridade. Bill Gates, Warren Buffett e outros ricaços estão tentando convencer outros a fazerem o mesmo.
A questão é: “Será que depois de conseguir tanto dinheiro (como Bill Gates que tem 53 bilhões de dólares), essas pessoas descobrem que dinheiro não é o mais importante?”.
Depois de chegar a um certo patamar financeiro, não faz muita diferença ter alguns bilhões ou alguns milhões, já que não é possível gastar tudo isso.
Ao ler esta matéria, algo me fez lembrar da importância de ensinar: nosso conhecimento só é válido, se for possível compartilhar com os demais. Porém, ao contrário do dinheiro, que quando doado, deixa o doador “menos rico”, o conhecimento quando doado, multiplica o conhecimento do “doador”.
Depois de dar aulas por 5 anos, descobri que mais de 90% do que sei aprendi ensinando. Quando ensinamos, precisamos rever o nosso conhecimento, nos colocar no lugar de quem está aprendendo, e se atualizar sobre novas tendências e movimentos. Tudo isso nos faz aprender mais.
Este conceito de multiplicar ao receber, se reflete no ambiente empresarial, nos cargos de liderança e nas relações interpessoais no trabalho.
Quantas vezes temos (e perdemos) a oportunidade de auxiliar as pessoas que trabalham conosco? Ensinar métodos que nossa experiência mostrou ser mais eficazes, apoiar o vendedor que está em último lugar no nosso departamento, estimular aqueles que estão desmotivados para encarar os desafios do dia-a-dia… Alguns simplesmente observam essas pessoas e não fazem nada. Ainda não perceberam que todas estão envolvidas em um único propósito, e que o insucesso de um representará o fracasso de toda equipe. Se ajudarmos alguém a subir uma montanha, chegaremos ao cume junto com essa pessoa.
O que fazemos aos outros é o que há de mais significativo na vida.
Tratar alguém da forma como você gostaria de ser tratado não é nenhum sacríficio, mas sim um investimento com retorno garantido. Portanto não se esqueça: ensine, compartilhe, incentive, motive, respeite, apóie, acredite, inspire, realize em conjunto e dê o melhor de si.
Ah! Respondendo a Veja: “Quem quer deixar de ser bilionário?”. Todos que já perceberam que não faz o menor sentido ter tudo o que se tem e não poder comprar o básico: o sorriso frente à percepção de que não somos eternos.
O incrível caso do chef que perdeu… (acredite!) o paladar…
Acho que podemos aprender muito com um famoso chef americano chamado Grant Achatz. Sempre reconhecido por suas incríveis habilidades e muito premiado, inclusive como o “Melhor Chef dos Estados Unidos”, Grant virou um exemplo do que podemos fazer para superar os problemas que aparecem em nossas vidas. E mais do que isso: sua história nos mostra que temos muito mais recursos do que aqueles que realmente utilizamos, e nem sequer nos damos conta disso.
Em 2007, Grant foi diagnosticado com um tipo de câncer na faringe, que se estendou por sua boca, causando perda total do paladar.
A situação se apresentou de tal forma na vida de Grant, que o mais racional seria que ele se afastasse da cozinha até sua recuperação total. Porém, o chef não deixou de ir um único dia ao trabalho. Sabendo que o paladar não seria seu aliado, Grant começou a criar pratos onde a variação de cores, a beleza e o aroma eram incríveis! Seus pratos superavam a expectativa dos clientes, e Grant contava com o apoio da sua equipe para auxiliar nas dosagens de sal e outros condimentos que só poderiam ser percebidos pelo paladar.
O resultado é que o restaurante chefiado por Grant, o Alinea em Chicago, se tornou um destaque, não por essa história, mas pela qualidade dos pratos servidos.
Grant sempre teve à sua disposição os sentidos da visão e olfato, mas somente ao perder o paladar passou a dar atenção especial a estes outros sentidos.
Muitas vezes em nosso trabalho, nossas características consideradas essenciais acabam sufocando outras caracterísitcas complementares, que seriam de grande importância para criarmos um trabalho diferenciado. Porém, os profissionais se concentram tanto em fazer o que é sua “obrigação”, que acabam deixando de lado aquele talento extra, muitas vezes o talento que mais retrata sua missão e visão de vida.
Para descobrir e utilizar estes outros “sentidos” em nossa vida, precisamos antes de mais nada estar abertos ao potencial criativo que existe dentro de cada um de nós.
Onde está o seu limite? Será que você poderia fazer um pouco (ou muito) mais do que você tem feito hoje?
Como podemos descobrir aquela “dose” extra de esforço, profissionalismo e dedicação que temos, e podemos usar a favor do nosso trabalho?
Ser criativo é perguntar “Por que não?”, onde a grande parte das pessoas perguntam “Por quê?”. Se você olhar para trás, verá que já teve uma porção de idéias que não foram colocadas em prática porque elas não estavam associadas ao “arroz e feijão” de cada dia.
Colocar essas idéias em prática, em suma, significa dar um passo na direção de contrariar o óbvio. E é exatamente isso que fazem as pessoas de sucesso: olhar para o mesmo lugar que todos olham, mas ver algo diferente!
Pensar em um prato, vendo além do “paladar”, pensar em um programa de incentivo, vendo além das “recompensas financeiras”, pensar em uma nova campanha na empresa, vendo além do “sempre fizemos assim”, contratar uma nova palestra, vendo além do “meus colaboradores só gostam disso”.
Talvez, dentre outras coisas, podemos aprender com o incrível chef “Grant Achatz”, que sempre há um caminho inovador para fazermos a diferença.
A propósito, o prêmio de “Melhor Chef dos Estados Unidos” recebido por Grant, veio em 2008, mais de um ano depois da perda do paladar.
Dá para imaginar o “doce gosto” da vitória que só ele sentiu?
Por.: Thiago Brancalhão
Salvamento ” tentativa de suicídio “
Publicado: 2 02UTC março 02UTC 2010 em 1Tags:pec 300, suicídio, tentativa
queda do helicóptero da Rede Record
Publicado: 12 12UTC fevereiro 12UTC 2010 em 1Tags:morte, queda de helicóptero, rede globo, rede record, salvamento
Bombeiro morre ao tentar salvar um homem
Publicado: 19 19UTC janeiro 19UTC 2010 em 1Tags:bombeiro morto, corrupção, Deus, help, herói, Jesus, me ajudem, pm, política, salvar, socorro
Em apenas três horas de chuva, a cidade de São José do Rio Preto, a 438 quilômetros de São Paulo, foi atingida por mais da metade do volume de água registrado em todo o mês de janeiro de 2009. Foram 112 litros por metro quadrado. Em alguns locais, a água chegou a 1,5 metro de altura. Duas pessoas morreram afogadas – um motorista que ficou preso dentro do carro e um bombeiro que fazia o resgate de uma pessoa.
É caros companheiros, mais um bombeiro morreu em busca de uma vida. Enfim como todos sabem é o nosso dever morrer para salvar o próximo, fazemos até um juramento na solenidade de formatura que diz assim, ” se precisar, com o sacrifício da própria vida! .
Para todos os povos de todas as nações somos heróis, porem nossos governantes não acha assim. Só para ter uma idéia o Governado José Serra, é contra a PEC 300, (para saber mais procure no google ), enquanto centenas de politicos enchem o bolso de $$$$, nosso irmãos da segurança publica ficam na miséria , digo isso porque faço parte dela, desculpem o desabafo mais ta impossível ficar calado perante um governo sujo como o de SP.
Para quem não sabe procurem um policial e pergunte para o mesmo se ele está contente com sua vida, se sua família anda bem , se seus filhos estão bem educados, se ele tem uma moradia digna! a resposta meu caro leitor é NÃOOOOOOOO, tá uma Merda!
Um policial depois de trabalhar 12 horas estressadas, sai correndo do batalhão e vai fazer bico, para tentar complementar sua renda, fica aqui uma coisa para se pensar, Ano político, atentem para quem irão votar.
Abraços


